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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

It's only Rock'n Roll

Programa que não conseguimos fazer em Nova York! Pode parecer coisa de nerd mas eu adoro e queria muito ter ido ver qual é a da game night mais falada da Big Apple: Guitar Hero Night!

Informação importante para alguns antes de seguir: Guitar Hero é um jogo de video-game (Playstation ou Wii) que você toca guitarra!

O que começou como só diversão entre o staff do Village Pourhouse (64 Third Ave com 11th St., East Village e cujo curioso número de telefone é 979-BEER), hoje atrai no happy hour cerca de 50 players toda terça e ganhou versões em outros buracos quentes como a Guitar Hero Party no Pianos (158 Ludlow St., Lower east Side) que vai noite à dentro.

O programa junta wannabes de todo tipo, jogadores que levam a sério a brincadeira e bêbados que entram na onda e resolvem subir ao palco que tem um grande espelho na lateral que faz qualquer um despertar o rock star adormecido dentro de você.

Beber e jogar video game, mais especificamente Guitar Hero, deve ser uma experiência interessante. E bem ao NY style, how cares se você paga mico ou não???

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Drops NY


- Depois de uma semana só usando havaianas vai ser duro colocar meus pés dentro de um sapato...

- Consegui ficar a semana inteira sem entrar no e-mail do trabalho. O que será que me espera hoje?

- O drink Cosmopolitan mudou de nome. Foi rebatizado de Metropolitan depois de um par deles.

- Não dá para viver de café da manhã americano. Não quero ver um muffin, croissant ou bagel na minha frente tão cedo!

- Tinha me esquecido como Diet Coke é ruim!!

- Na minha próxima casa quero um banheiro com muitas janelas e um chuveiro bom.

- Preciso e mereço uma massagem nos pés urgente! Ainda não estou conseguindo andar direito.

- Quero passar o próximo verão inteiro em NY! Tirar 3 meses de férias e curtir todos os shows e festivais absurdos que acontecem naquele lugar. Eu poderia morar lá (mesmo com Diet Coke e bagel).

- Não comprei nenhuma bolsa.

- Rodrigo Santoro em NY é ainda mais bonito que no Rio.

- Não levamos nenhuma cantada! Isso é preocupante... 

- O calor das ruas da cidade é uma delícia comparado ao bafo quente de entrar numa estação de metro, e em seguida no ar condicionado do vagão. Não tem saúde que aguente!

- Nosso shuffle estava uma porcaria! Cada música irritante que vinha a cabeça e grudava... Era tipo uma falava uma frase que tinha uma palavra que já virava uma música, mas daquelas do fundo do baú.

- A música oficial da viagem é "Oh, What a Night" - na versão irritante "What`s going on?"

- As delícias oficiais foram o belgian waffle com berrys e o steak tartare, sem contar o cheesecake e hamburger já mencionados. 

- A dureza aqui não resistiu e as lágrimas desceram quando o avião subiu e deixou NY lá embaixo...

- O vôo NY X Miami é a versão aérea de um ônibus de retirante nordestino no Brasil. Imigrantes de todas as espécies e cores, muitos não falam uma palavra de inglês, outros não sabiam nem ler o número do assento. Uma coisa horrorosa!

- Ter o vôo cancelado, ter que dormir em Miami, acordar as 4 da manhã, ficar mais 2 horas dentro do avião esperando concertar e perder o Dia dos Pais não tem preço. Só faltava a mala não chegar ou ser parada na alfândega. Poderia ter sido pior.

-  Chegar em casa sozinha com tudo escuro e silêncio foi triste mas terminar o domingo com toda a família reunida na minha casinha foi bom demais!

- Sis, obrigada pela sua companhia maravilhosa nessa semana inesquecível! Luv U! Faltou coisa da lista. Vamos ter que voltar...

- Aberdeen, tá na hora de trabalhar.

domingo, 10 de agosto de 2008

Sobre Burgers

Ainda no capítulo guloseimas, não posso deixar de registrar para quem é fã de um belo burger ou quem está indo para Nova York, dois dos melhores exemplares do original hamburger americano, aquele com sabor de carne, de grelha, suculentos...

Pop Burger: não conheci a matriz no Meatpacking District, que parece que ferve a noite, com mesa de sinuca e tudo mais, mas a filial na 58th St. com 5th Ave. é um super destino quando o assunto é comer um bom hamburger e não badalar. Mesmo assim o ambiente é pop com quadros-campbell de Wahrol e parede iluminada com deliciosas palavras como hot burgers, cool and frosty soda, firm fries, mouth watering warm buns, milk-shake, ...

O "Pop Burger" no menu propriamente dito é uma caixinha com 2 mini-cheeseburgers perfeitos no sabor mas que fica devendo no tamanho. No caso 3 caixinha = 6 mini-burgers = ideal para 2 pessoas. Batatas-fritas que nunca comi igual na vida!! Nem preciso dizer que voltamos para repetir a dose e ainda ficamos com vontade de mais um bis.

Burger Joint: Escondidérrimo atrás de cortinas no lobby do Hotel Meridien!! Um ambiente bem trash mas ao mesmo tempo cool, com poster de filmes e menu escrito em pedaços de papelão com canetinha mesmo. A trilha sonora também segue a linha, tipo I Just call to say I love you em francês, a música romena que deu origem a Festa no Apê, Gipsy Kings, de tudo um pouco (mas sempre nessa linha). 
As paredes são rabiscadas com assinaturas de quem já passou por lá apesar deles pedirem de forma educada: "Não cuspimos nos seus hamburgeres então por favor não escrevam em nossas paredes".

A New Yorker já elegeu como o melhor hamburger da cidade e vale muito a pena mesmo seguir essa dica que é bem insider`s information. A sensação de ter descoberto uma coisa bacana que ninguém conhece deixa o sanduba ainda melhor. E olha que ele é bom demais (vc escolhe se quer mal passado, quais itens quer no hamburger e ele é feito na hora na sua frente)!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Dolce Vita

Parte das nossas experiências gastronomicas em NY foram doces, e doce, para americano, se resume em cheesecake e cupcake. Pois a conclusão é a seguinte:

- Cheesecake: o melhor do mundo está aqui, numa espécie de "joalheria" de doces chamada Lady M Boutique no Upper East Side. Não é como os cheesecakes do Brasil que tem uma calda de frutas em cima. Esse tem uma camada espelhada e deliciosa de sour cream. Nem chama cheesecake e sim Gateau Nuage. Vale a pena sentar lá e comer com calma uma pela fatia, e não resitir e levar outra para viagem. De comer rezando! Imperdível.

- Cupcake: o teste que vale é com o Red Velvet, invenção inexplicável de cor vermelho beterraba que tem gosto de... Red Velvet! Os testados foram do Dean & Deluca e Magnolia Bakery. Nenhum dos dois chega aos pés do The Hummingbird Bakery de Londres. Mesmo assim valem os programas. Na Magnolia é divertido ver aquela fila toda do lado de fora, e ao entrar, a placa dizendo que cada pessoa só pode levar 12 unidades induz você a comprar muito mais do que precisa (só um) e fica como eu: com uma caixinha com 3 cupcakes que vão ficar aqui pelo hotel mesmo. 

Good Morning é o car@!%*

São 7:30 da manhã e eu estou acordada. Sabe por que? Está rolando um show a essa hora, na minha janela... Isso mesmo, o meu Bryant Park tão cheio de atividades nos "presenteou" com isso.

Toda sexta, de 7 as 9 da matina, rola um show que passa ao vivo no Good Morning America (o Bom Dia Brasil daqui) misturando com as reportagens. E hoje é o tal do Jonas Brothers que eu nunca tinha ouvido falar e não imaginava o sucesso que eles fazem. Sucesso com as meninas de 13 anos, mas a gritaria histérica que estou ouvindo daqui do 17 andar é absurda. E já que acordei, pelo menos estou assistindo pela TV.

Eles são os novos Menudos, New Kids on the Block, ... E pelo que ouvi também nasceram dessa leva Disney com High School Musical, Hannah Montana, etc. O deles é o tal do Camp Rock. E são os artistas mais jovens a aparecer na capa da Rolling Stones.

E desde terça vimos umas pessoas sentadas na calçada do lado de fora e pensamos que eram mais moradores de rua. No dia seguinte o número aumentou. Eram as fãs que estavam fazendo fila (para o show que é de graça) só para ficar no gargarejo. Algumas tinham colchão de piscina para dormir. 

Viu, esse blog também traz cultura inútil para vocês!!!

It`s not over tonight...

Eu tenho uma lista de shows que quer assistir antes de morrer (ou antes de passar a vontade) e hoje foi dia de riscar um da lista. Nem acreditei quando vi a programação de show dessa semana. Não era em NY mas num lugar a 40 milhas daqui, em New Jersey.

Ingresso comprado (aquele caro que assustou a mulher) começou a saga para descobrir como chegar lá uma vez que fica no meio do nada (mesmo). Quando estava para desistir, o concierge do Hotel descobriu o trem que tínhamos que pegar e que de lá teria um shuttle para o PCN Banks Arts Center.

Ok, lá fomos nós e não é que tudo funcionou direitinho?  O lugar é super bacana e nossos assentos - sim, era lugar marcado e rolava uma tensão se o povo ia ficar sentadinho vendo o show - eram inacreditavelmente bons!! Agora, para falar do show, eu não tenho palavras porque estou com dor de garganta e quase sem voz de tanto cantar.

Tá bom, eu conto de quem era o show... Maroon 5!!! Tem gente que acha pop demais, comercial demais, eu a-do-ro!! Cantei e pulei do inicio ao fim e fiquei arrasada quando acabou. Quero ver de novo, e de novo e quantas vezes eu puder.

Depois? Teve mais... Counting Crows que arrasou! Muito bom mesmo. Surpresa total. Primeiro porque tocaram depois do Maroon 5, que eu achei que era a atração principal, depois foi a galera indo abaixo, cantando todas as músicas (ouso dizer que mais animados do que antes), fervendo mesmo. Não vimos até o final com medo de perder o onibuzinho e ficar presa na terra de marlboro!

Eu sei de uma coisa: se eu morasse aqui ia trabalhar para pagar ingresso dos shows que eu iria todo dia! 

Ah! A Sara Bareilles, que canta aquela música gostosinha Love Song, abriu o show mas só ouvimos 2 músicas.

Ah 2! Ninguém ficou sentadinho. Achei a turma meio desanimada mas pelo menos nas 10 filas antes entre o palco e a gente, todo mundo ficou pelo menos em pé!

Aberdeen, vem já pra casa! (Piada interna)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Oh, What a night!

Vir a Nova York e não assistir um musical é como ir a Roma e não ver o Papa.

Exageros a parte, essa parte do programa é praticamente obrigatória. Pode ser na Broadway, Off-Broadway, drama, clássico, novidade, o que for.

Nossa escolha foi por uma relativamente nova, vencedora do Tony de Melhor Musical em 2006. Jersey Boys conta a história de Frank Valli & The Four Seasons. É impossível não mexer pelo menos os pézinhos durante a peça. São clássicos que a maioria da minha geração nem sabe que são deles. Can`t Take My Eyes Off You, Sherry, Oh,What a Night, Big Girls Don`t Cry, entre muitas outras, fazem você sair do teatro cantarolando sem parar.

Broadway, Times Square, todas aquelas luzes, gente de todo canto do mundo,... isso é super turístico, mas é incrível, não dá para negar! 

E terminar a noite (madrugada) comprando muuuito CD (ainda existe isso) na Virgin (ainda existe isso) foi bom demais!

A lista: Cute is what we aim for, Black Lips, The Virgins, Augustana, The Kooks (novo), The Ting Tings, Cat Power, Scars on Broadway, Emiliana Torrini, The National, Kate Perry, Randy Newman, How Thorne Heights, Michael McDermott, Sia, Kate Nash (novo), e claro, Jersey Boys!!!

Oh, What a Night!!!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Caçadora de Ratos

Conhece alguém que odeia ratos e mesmo assim procura por eles? E quando encontra um, morre de nervoso? Pois é, minha companheira de viagem é assim, gosta de sofrer... 

É mais forte do que ela. Assim que entra no metrô a primeira coisa que faz é procurar um. Os olhinhos viram direto para o trilho nojento. O mais engraçado foi quando ela viu um rato mas ele não estava nos trilhos, onde ela acha graça, mas na plataforma onde a gente deveria seguir. 

A bichinha paralisou. Disse que não ia e pronto. Depois de um papo psicóloga que o ratinho já tinha seguido em frente e que é ele que tem que ter medo da gente, eis que o bicho volta disparado. Ela? Gritou aquele gritinho bem histérico. Eu? Ri muito. Também detesto rato mas não o suficiente para gritar. 

Sabe o que ela gosta de fazer para sofrer mais ainda? Quando o metrô vem vindo, ela se afasta porque imagina que o trem vai esmagar o rato e que o sangue vai espirrar nela! Sentiu? Essa é minha Sis. A caçadora de ratos.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Sessão Pipoca Dupla

O Bryant Park é um dos meu lugares preferidos de NY. Pequeno e versátil, se transforma de pista de patinação no gelo no inverno (tranquila, não lotada como Rockfeller Center e Central Park); é palco do Fashion Week e no verão se transforma em cinema ao ar livre, além de ter aula de Yoga de graça de manhã, internet wi-fi free, etc.

Já é a terceira vez que me hospedo na frente do Bryant Park, no hotel homônimo que adoro. Fiquei assustada com a quantidade de moradores de rua espalhada por Manhattan inteira. No parque não é diferente. Com mala e cuia, é ali que eles passam o dia, e de noite, quando o parque fecha, vão para a calçada mesmo.

O Festival de Cinema é toda segunda ao pôr do sol (umas 9 pm) e dessa vez são somente clássicos. Esse foi nosso programa de ontem. Lifeboat, de Alfred Hitchcock, 1944. Com a grama já lotada de cobertores e picnickers, nos posicionamos super bem com duas cadeirinhas mesmo.
O programa é o máximo e vai fechar com chave de ouro em 18 de agosto com Superman (o original de 1978 com Christopher Reeve)! Tipicamente non-touristic, o que temos tentado fazer com sucesso até agora (exceto pela ida a Apple 5th Ave - aquilo está um horror de turistas - tem até barraquinha de cachorro quente na porta).

Quando ficamos legal de Hitchcock, subimos para o nosso quarto-camarote e ficamos ouvindo de lá e planejando uma ida ao cinema de verdade. Mamma Mia é uma versão do musical do Abba. No começo é meio estranho ver Meryl Streep cantando mas depois se acostuma desde que tenha em mente que é um musical, comédia romântica. Não é um filme. E acho que é melhor para quem já viu o musical.

Voltamos saltitando na rua e cantando Dancing Queen pela madrugada da cidade que nunca dorme!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sonho de consumo

A Fábrica do Papai Noel de adultos, com seus duendes judeu colocando as mercadorias nas cestinhas verdes que atravessam toda a loja pelos trilhos subterrâneos ou aéreos. Um paraíso do consumo de eletrônicos, mais especificamente de fotografia.

Foi assim que começou minha segunda-feira. Comprando o meu presente de Natal, aniversário, Páscoa, dia das Crianças, dia de tudo mais que tem direito!

Me senti na Disney! E depois de tantas dúvidas, pesquisas, reviews, ajuda de desconhecidos entendidos, todos os recursos possíveis, finalmente comprei meu novo equipamento! Profissa!!! Estou me achando...

Canon 40D + lente 18-125mm + lente 80-400mm
Já rolou um test-drive no Central Park mas ainda tenho que me acostumar com o peso da bichinha. Até o pescoço está doendo.

Felicidade se acha é em horinhas de descuido. Mas as vezes ela vem em caixas mesmo. E aceita cartão de crédito. I`m so happy!!

domingo, 3 de agosto de 2008

"O Brooklyn é o novo SoHo."

OK, mas o SoHo continua o SoHo, que continua uma delícia. Essa foi a constatação de sábado.

Quanto ao Brooklyn, continua o Brooklyn, só que com áreas mais badaladas. O perigo é generalizar. Essa foi a constatação de domingo. 

Como íamos para as bandas de lá mesmo, decidi ir até a Macy`s de lá para comprar os ingressos do show de quinta. Depois de uma perdidinha básica, chegamos a tal Fulton Street que é igualzinha ao Calçadão de Madureira (não sei qual o equivalente local na sua cidade), mas uma rua cheia de loja popularérrimas, e acredite, lá no meio está a Macy`s. 

Não me pergunte porque uma Macy`s no Brooklyn, mas a minha recomendação de visitá-la serve se você quiser fazer um estudo antropológico-econômico-social. Tudo, absolutamente tudo, é diferente. Os vendedores, os clientes, o chão, a luz, os produtos, tudinho! É pobre. Não tem outra palavra para definir. Deve ser a ponta da ponta de estoque do que sobra dos saldos da liquidação final de 3 anos atrás da Macy`s "verdadeira". Deu agonia estar naquele lugar. Quase uma Impecável Maré Mansa (ainda existe isso?).

Para ter idéia, ao comprar o ticket do show, a atendente do Ticketmaster, soltou um "UAU!!!" ao ver o preço do ingresso que eu queria. Juro que fiquei constrangida de gastar aquele dinheiro depois do comentário dela... Mas eu fui ali para isso, não devo absolutamente nada a ninguém e problema é dela se o preço assustou! Quem vai pagar a fatura do meu cartão de crédito sou eu!

Mas voltando ao Brooklyn. Assim como Manhattan, tem de tudo: pobres, descolados, imigrantes latinos, orientais,... No trem, teve uma hora que eu jurava que tínhamos nos teletransportado para Pequim! Mas realmente tem áreas que estão bem bacanas. Uma delas é Williamburg, que estivemos hoje. E a outra é DUMBO, que ainda vem por aí. Aguardem.

Pool Party - The Best so far

Não tive muito tempo antes de viajar de ver o que estaria rolando em NY enquanto estivéssemos aqui, mas um dei uma olhada no Ticketmaster em busca de algum show que valesse a pena.

De cara, me frustei de ter perdido o que rolou no domingo passado, do MGMT, mas o que chamou atenção aqui foi "onde" era o show: JellyNYC Pool Party no McCarren`s Park, no Brooklyn. Parece interessante, né?

E esse domingo ia rolar de novo. Não conhecia nenhuma das bandas (mas isso não é um problema com MySpace e YouTube`s da vida). Achei que a parte mais difícil fosse convencer a Sis de ouvir um rockinho esperto. Ela ainda ficou na dúvida, não com o som que coloquei para ela ouvir, mas com o programa em si e pensou (alto): "E se for um show tipo no Piscinão de Ramos?"

Faz sentido, mas resolvemos apostar! As 2 da tarde estávamos lá. Uma super fila que chegamos a pensar duas vezes, mas ainda não tinha aberto para entrada. Em meia hora já estávamos lá dentro do que, por enquanto, eu aposto minhas fichas que foi o melhor programa da viagem!

O enorme espaço que um dia foi uma piscina pública se transformou no espaço da "platéia". De um lado, marmanjos super-hiper cool jogando queimada (não sei como é que chama esse jogo por aí pelo resto do Brasil e do mundo, mas para mim é queimada). Muuuito divertido!

Do outro lado, um brinquedo inflável daquele que vc corre e se joga na parada molhada e vai escorregando até o final (e sai todo molhado, claro!). Mais uma vez, marmanjos e marmanjas super-hiper cool (de roupa e tudo) enfrentando fila para escorregar no molhado!

Arminha de espirrar água também eram distribuídas para alegria das crianças grandes (e também para refrescar o calor). Photo booth para tirar aquelas sequências de fotos fazendo careta, mandando beijo, o que for! Cerveja a 6 doletas, cachorro quente a $3, muita água, banheiro químico cheiroso e sem fila, muita gente estilosa (vale um post sobre o assunto do que é ser estiloso no momento por aqui), a maior concentração de Wayfarer da cidade, e last but not least: muita música boa!!

Tall Firs, King Kahan and His Shirines, Deerhunter and Black Lips (a grande atração)! São quatro caras de Atlanta que fazem um som muito bom e se divertem horrores no palco! Muito bom! Nos intervalos entre um show e outro, um DJ arrasando e a gente só "filmando" os personagens de um evento super-hiper cool do verão de NY.

Deu no New York Times... Olha que bacana (muito melhor descrito do que esse humilde post)!

Fotos? Por motivos técnicos alheios a nossa vontade, não temos como postar fotos. A dumb #1 trouxe o carregador de bateria da câmera errada (sim, passei o dia sem câmera) e a dumb #2 não trouxe o cabo para passar as fotos da câmera dela para o computador. Amanhã pretendemos regularizar a situação e esse post será complementado com (boas) fotos.

Acompanhante surpresa

Advinha quem veio passar uma semana com a gente em Nova York???
Quem sorrateiramente entrou na bolsa e ficou escondidinha esperando o embarque e só deu a as caras na Big Apple?

Aguardem notícias!

Welcome engraçadinho

Todo mundo conhece a fama dos taxistas de Nova York: mal humorados, grossos, antipáticos...

Hoje conheci o que deve ser o único motorista metido a engraçadinho da cidade. Engraçadinho sem graça mas ele tentava de tudo. Começou fazendo graça do peso da minha mala dizendo que eu estava trazendo um corpo (essa piada era para ser minha).

Segue com uma cantada barata perguntando se a gente estava vindo para o Fashion Week. Dããã...

Mas para coroar o trajeto JFK - Manhatan, a piada mor, que ele usa com todos os passageiros:

- Vocês estão vindo de onde?
- Brasil.
- Onde????
- Rio de Janeiro. São Paulo.
- Não conheço...
- Brasil!!!
- Nunca ouvi falar. Fica na África do Sul?
- Não! Na América do Sul!!
- Não sei mesmo...

Uma olha para a cara da outra, com aquele ar de "não é possível, que ignorante" mas let it be... Aí ele cai na gargalhada e confessa a sua brincadeira. Dããã... Ele ainda conta que os que ficam mais furiosos são os franceses quando ele pergunta se a França fica perto do Cambodja. 

Seguiu o trajeto mais quietinho mas colocou uma trilha sonora "sedutora" nas alturas. Bom que pelo menos parou de falar e nós seguimos em português tricotando.

Tem horas que a melhor coisa é dizer: "Sorry, I don`t speak english"

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Here we go!

Esse mês vou realizar dois grandes sonhos. Ambos incluem viagem e as quatro pessoas que mais amo na vida.

Hoje começa a girls trip rumo a NY! Essa promete!!! Uma versão Sex and the City sem sexo. Eu e Sis juntas de novo (a última vez foi para a Disney - 15 anos atrás!!).

Aguardem notícias por aqui (se der tempo...)

See ya!